Tom Veras, professor para aulas de guitarra, violão e teclado no Itaim Bibi e região. Para quem quer sentir prazer em aprender música.
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Este Mini Curso Rolling Stones é um percurso pela história, biografia, curiosidades e importância cultural dos Rolling Stones, sempre conectando a trajetória da banda ao blues, às influências, ao contexto histórico e às escolhas musicais que moldaram seu som, mas com um foco claro: a guitarra de Keith Richards como linguagem, função e construção musical. Ao longo das páginas, conto essa história como um jornalista cultural, explicando como riffs, groove, repetição e interação de guitarras formam uma escola prática para qualquer músico, mesmo para quem não é fã da banda. Este conteúdo faz parte de um minicurso disponível aqui no site e, além dele, eu dou aulas particulares de guitarra, online e presenciais, para alunos do Itaim Bibi, Moema, Vila Olímpia, Brooklin, Jardim Paulistano, Jardim Paulista, Jardim Europa, Cidade Jardim, Vila Nova Conceição, Vila Madalena e Alto de Pinheiros.
Quando olho para a trajetória dos Rolling Stones, a principal lição não é técnica, é musical. A guitarra ali ensina a pensar em função, não em exibição. Ensina que uma música se sustenta por decisões simples repetidas com convicção. Isso vale para blues, rock, pop, indie, punk ou qualquer linguagem que dependa de pulso e identidade.
Leia mais: O que a guitarra dos Rolling Stones ensina a qualquer músico
Quando escolhi esses 20 riffs dos Rolling Stones, não pensei em “os mais famosos”, mas nos mais úteis para quem quer aprender guitarra como linguagem. Todos eles ensinam algo concreto sobre base, groove, ataque e função. Mesmo quando as gravações originais usam afinações alternativas, o estudo aqui é adaptado para afinação padrão. A ideia é entender por que funciona, não copiar o truque.
Leia mais: 20 riffs dos Rolling Stones para estudar guitarra de verdade
A relação dos Rolling Stones com o Brasil é cercada por histórias fascinantes — algumas bem documentadas, outras infladas pelo imaginário popular. Separar fato de lenda ajuda a entender o lugar real do Brasil na trajetória da banda: menos um ponto de virada musical e mais um capítulo humano.
Leia mais: Rolling Stones e Brasil: fatos, lendas e histórias reais
Quando se fala nos Rolling Stones, especialmente em Keith Richards, o tema do uso de drogas e álcool quase sempre aparece carregado de lenda. A narrativa popular costuma transformar excesso em combustível criativo, como se a música fosse produto direto do abuso. Essa leitura é sedutora, mas profundamente equivocada — e empobrece o entendimento da obra.
Leia mais: Drogas, álcool e mito: o que é verdade e o que a música ensina
Falar do equipamento de Keith Richards é, antes de tudo, desromantizar o equipamento. Richards nunca construiu sua linguagem a partir de pedais raros, cadeias complexas ou busca obsessiva por timbre. O equipamento existe para cumprir uma função clara: responder bem ao ataque, aguentar estrada e sustentar o groove noite após noite. Nada além disso.
Leia mais: Equipamentos de Keith Richards: o essencial, sem fetiche
Uma das lições mais ricas que os Rolling Stones oferecem a quem estuda guitarra é a forma como duas guitarras podem coexistir sem competir. Aqui não existe a lógica clássica de “base” versus “solo” de maneira rígida. O que existe é conversa musical, troca de funções e escuta constante. Essa abordagem é central para entender por que a guitarra dos Stones soa tão orgânica.
Leia mais: Duas guitarras nos Rolling Stones: diálogo, não disputa
Quando se tenta analisar a guitarra de Keith Richards a partir de escalas, é comum cair numa armadilha: procurar um sistema organizado onde, na prática, existe vocabulário musical. Richards não pensa em escalas como estruturas para percorrer o braço da guitarra. Ele pensa em sons que funcionam dentro do groove. As notas aparecem porque fazem sentido rítmico e expressivo, não porque pertencem a um desenho teórico completo.
Leia mais: Escalas, notas e escolhas: o vocabulário real de Keith Richards
Quando observo a técnica de Keith Richards, a primeira coisa que fica clara é que ela não foi construída para impressionar. Ela foi construída para funcionar. Richards não organiza sua guitarra a partir de exercícios, padrões ou velocidade. Ele organiza a partir de ritmo, ataque e repetição consciente. A técnica aparece como consequência de uma ideia musical muito clara: sustentar a música inteira sem quebrar o pulso.
Leia mais: Técnica de Keith Richards: tocar menos para soar mais
Quando se fala na guitarra de Keith Richards, a conversa quase sempre escorrega para o mesmo lugar: afinações alternativas. Open G, corda a menos, truques secretos. O problema é que essa curiosidade técnica costuma inverter a lógica. As afinações não são a causa da linguagem de Richards; são consequência dela.
Leia mais: Afinações fora do padrão: o que é mito e o que é linguagem
Quando penso na formação de Keith Richards, a primeira coisa que faço é tirar da frente a ideia de escola, método ou treinamento formal. Richards aprende a tocar guitarra do jeito mais antigo que existe: ouvindo discos, copiando, errando e repetindo. A formação dele é essencialmente auditiva, construída em cima de obsessão e convivência com a música, não de estudo sistematizado.
Leia mais: Keith Richards: onde ele aprendeu a tocar guitarra
Ao longo da história dos Rolling Stones, as mudanças de formação não são detalhes biográficos: elas alteram diretamente a linguagem de guitarra da banda. Entender essas transições é essencial para compreender por que o som dos Stones muda sem nunca perder identidade. O eixo permanece, mas o desenho ao redor dele se transforma.
Leia mais: Mudanças de formação e o impacto na guitarra da banda
Para entender a guitarra dos Rolling Stones, é preciso entender uma decisão que define a banda desde o começo: aprender indo à fonte. Enquanto parte da cena britânica absorvia o blues de maneira indireta, os Stones buscaram contato direto com o blues americano — seus músicos, seus discos, seus lugares. Não como fetiche, mas como formação.
Leia mais: Os Rolling Stones e o blues americano: aprender indo à fonte
A história dos Rolling Stones começa a ganhar forma real quando Mick Jagger e Keith Richards se reencontram no início dos anos 1960. Eles já haviam se conhecido na infância, mas o reencontro decisivo acontece de maneira quase banal: numa estação de trem em Dartford. Jagger carregava discos de blues e rhythm & blues americanos; Richards reconheceu imediatamente aqueles títulos. A conversa começou ali, em torno de discos, não de planos de carreira.
Leia mais: Mick Jagger e Keith Richards: o encontro que definiu tudo
Os Rolling Stones não surgem como um “projeto de sucesso”. Eles nascem como banda de blues, no sentido mais literal da palavra. No início dos anos 1960, em Londres, o circuito de clubes era pequeno, barulhento e pouco glamouroso. Era ali que músicos jovens aprendiam tocando versões longas, repetitivas, muitas vezes para um público que queria dançar, não analisar. Esse ambiente molda diretamente a identidade dos Stones.
Leia mais: O nascimento dos Rolling Stones: blues, clubes e identidade
A chamada “rivalidade” entre The Beatles e Rolling Stones nunca foi exatamente uma guerra musical. Ela nasce de um arranjo narrativo muito conveniente para a imprensa e para a indústria fonográfica britânica dos anos 1960. Em um momento de explosão cultural, era preciso organizar o caos em histórias simples: de um lado, os “bons moços”; do outro, os “perigosos”. Essa oposição vendeu jornais, discos e ingressos — e colou.
Leia mais: Beatles x Rolling Stones: rivalidade real, mito e marketing
Para entender por que Rolling Stones e The Beatles surgem quase ao mesmo tempo — e soam tão diferentes — é preciso olhar menos para as bandas e mais para a Inglaterra do pós-guerra. O país vivia uma combinação rara de austeridade econômica, juventude numerosa e uma sede enorme por novidade. A música popular virou o espaço onde essa geração pôde experimentar identidade, corpo e atitude.
Leia mais: Inglaterra, anos 1960: o cenário que fez nascer Beatles e Stones
Quando falo em estudar os Rolling Stones, não estou falando de gosto pessoal, nem de nostalgia. Estou falando de linguagem musical aplicada. Os Stones são um caso raro em que a guitarra não é protagonista por virtuosismo, mas por função. Eles ensinam algo que muita gente pula: como sustentar uma música inteira com riffs simples, groove consistente e escolhas conscientes de espaço.
Leia mais: Por que estudar os Rolling Stones (mesmo que você não seja fã)
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