Tom Veras, professor para aulas de guitarra, violão e teclado no Itaim Bibi e região. Para quem quer sentir prazer em aprender música.
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“Johnny B. Goode”, de Chuck Berry, é um marco da história do rock que revela como música, contexto social e interpretação se entrelaçam na cultura popular. A canção nasce nos anos 1950, em meio à segregação racial e à indústria do entretenimento, e carrega em sua origem a frase escrita e retirada “that little colored boy could play”, um detalhe decisivo para entender quem podia — ou não — ocupar o centro do rock’n’roll. Entre a gravação original, o impacto cultural e as múltiplas releituras ao longo do tempo, “Johnny B. Goode” mostra por que, no rock, no blues e no reggae, cada interpretação não repete a obra: ela a transforma e a mantém viva.
Leia mais: História da música Johnny B. Goode de Chuck Berry
“The Man Who Sold The World” é uma das composições mais enigmáticas da carreira de David Bowie e, ao mesmo tempo, uma das músicas que melhor demonstram como uma obra pode atravessar gerações e ganhar novos significados. Escrita em 1970, muito antes da fase glam e do personagem Ziggy Stardust, a canção nasce em um período mais sombrio e experimental do artista, abordando temas de identidade fragmentada e confronto interior. Décadas depois, ela ressurgiria para o grande público através do Nirvana, no famoso MTV Unplugged de 1993, criando uma curiosa situação em que muitos acreditaram tratar-se de uma música originalmente grunge. A história dessa faixa revela não apenas a evolução estética de Bowie, mas também como diferentes épocas podem reinterpretar a mesma obra de maneira completamente distinta.
Leia mais: História da música The Man Who Sold The World: David Bowie e Nirvana
“Expresso 2222” é uma composição de Gilberto Gil lançada em 1972 como faixa-título de seu álbum homônimo. A canção foi composta durante o período em que Gil esteve exilado em Londres, entre 1969 e 1971. A música simboliza o retorno do artista ao Brasil e a retomada de sua vida e carreira no cenário cultural brasileiro.
Leia mais: Gilberto Gil - História da música Expresso 2222, fase do exílio e Tropicália
Uma música não termina quando é gravada. Na música popular, a gravação original é apenas o primeiro registro de algo que continua em movimento, atravessando épocas, estilos e personalidades. “Miss You” é um exemplo especialmente claro desse processo. Ao longo de pouco mais de duas décadas, a canção percorre um caminho incomum: nasce ligada à disco music no fim dos anos 1970, passa por uma leitura mais próxima do funk e do blues urbano nos anos 1990 e retorna, já nos anos 2000, a uma interpretação profundamente blues. Esse percurso não é apenas curioso do ponto de vista histórico; ele revela como o tempo, o contexto cultural e a identidade do intérprete atuam como forças criativas, capazes de transformar uma mesma composição em obras distintas. A partir de “Miss You”, este artigo discute como, na música popular, interpretar também é compor — e por que tentar congelar uma canção em sua gravação original é ignorar aquilo que a mantém viva.
Back in Black é mais do que uma das faixas mais icônicas do AC/DC. É um símbolo de superação, reinvenção e da força do rock em momentos de crise. Lançada em julho de 1980, a música integra o álbum homônimo, que se tornaria um dos discos mais vendidos da história, superando a marca de 50 milhões de cópias em todo o mundo.
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Uma música não termina quando é gravada. Na música popular, a gravação original é apenas o...
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