Bibliotecas públicas, livrarias independentes, espaços culturais, ONG cultural e até wine bar receberam o minicurso. Entre os locais que abriram suas portas estiveram a Biblioteca Pública Municipal Anne Frank (em diferentes datas), a Livraria Patuscada, a Sampa Vinho, a ONG Bloco do Beco, no Jardim São Luís, e o Espaço Cultural Clube do Porão, no Itaim Bibi. Cada encontro teve sua própria atmosfera e seu próprio ritmo — como no próprio blues.
O formato é híbrido: palestra, contação de histórias, apresentação musical ao vivo e diálogo com o público. Em algumas ocasiões trabalhamos apenas com voz e guitarra; em outras, contamos com formação de banda. O elemento constante é a troca: quem participa não fica apenas assistindo — traz memórias, referências, perguntas e experiências pessoais, fazendo com que cada edição tenha uma construção única, moldada pelo espírito do momento.
Ao falar de blues, surgem naturalmente temas como cultura afro-atlântica, escravidão, tradição oral, indústria cultural e a força da música popular como expressão coletiva. Fica evidente que a história do blues atravessa gerações, regiões da cidade e contextos sociais distintos, conectando públicos diversos em torno de uma mesma narrativa cultural.
Essa trajetória presencial consolidou o conteúdo, testou formatos e aprofundou a narrativa. Se você quer participar da próxima edição presencial, entre em contato comigo para eu te avisar assim que abrir a próxima data.
Versão extendida online
Eu também tenho uma versão online, mais aprofundada e organizada, para você assistir no seu ritmo e mergulhar no conteúdo completo com mais tempo, contexto e camadas.
Acessar a versão online completaPróxima data: me chame para eu te avisar assim que abrir a próxima turma presencial.
Matéria
História e Estórias do Blues
Um minicurso presencial que percorreu espaços culturais de São Paulo — e que, a cada edição, se reinventa como o próprio blues.
História e Estórias do Blues começou em versão presencial, apresentado como minicurso itinerante em diversos espaços culturais de São Paulo, encontrando público atento por onde passou.
Bibliotecas públicas, livrarias independentes, espaços culturais, ONG cultural e até wine bar receberam a experiência. Entre os locais que abriram suas portas estiveram a Biblioteca Pública Municipal Anne Frank (em diferentes datas), a Livraria Patuscada, a Sampa Vinho, a ONG Bloco do Beco, no Jardim São Luís, e o Espaço Cultural Clube do Porão, no Itaim Bibi. Cada encontro teve sua própria atmosfera, seu próprio ritmo — como no próprio blues.
O formato sempre foi híbrido: palestra, contação de histórias, apresentação musical ao vivo e conversa aberta com o público. Em algumas ocasiões, voz e guitarra; em outras, formação com banda. Mas o elemento constante foi a troca. Os participantes não eram espectadores passivos: traziam memórias, referências, perguntas e experiências pessoais, fazendo com que cada edição tivesse uma construção única, moldada pelo espírito do momento.
Ao falar de blues, surgiam naturalmente temas como cultura afro-atlântica, escravidão, tradição oral, indústria cultural e a força da música popular como expressão coletiva. Ficou evidente que a história do blues atravessa gerações, regiões da cidade e contextos sociais distintos — conectando públicos diversos em torno de uma mesma narrativa cultural.
Essa trajetória presencial consolidou o conteúdo, testou formatos, aprofundou a narrativa e revelou algo essencial: existe um interesse real em compreender o blues não apenas como gênero musical, mas como fenômeno histórico, cultural e humano. Hoje, essa experiência ganha formato estruturado, mantendo o mesmo espírito de troca, profundidade e musicalidade que marcou cada uma dessas apresentações.
Registros das apresentações
Linha do tempo das apresentações
1 — Biblioteca Pública Municipal Anne Frank
14 de março de 2024
Legenda do post:
Ontem teve apresentação do Minicurso História e Estórias do Blues na Biblioteca Anne Frank, agradecemos o espaço e também aos presentes que contribuíram com histórias sobre artistas de Blues, suas experiências individuais com essas obras e também trocamos conhecimentos e sentimentos sobre povos escravizados nos EUA e Brasil dentro do contexto cultural. Ao falarmos de Blues, ou qualquer música de matriz africana, sempre vem à tona a questão racial que moldou e molda ainda hoje nossa sociedade e como é importantíssimo falar sobre isso sob os mais variados aspectos e percepções individuais e coletivas. Novamente reforçamos nosso agradecimento a essas pessoas presentes que tornaram o evento muito mais rico e plural.
Siga nossa programação para participar de eventos como esse, as informações estão em nosso site: https://verasblues.com.br
Link para agenda e inscrições também está em nossa BIO
#itaimbibi #bluesbrasil #bluesp #auladeblues
2 — Livraria Patuscada (Vila Madalena)
19 de março de 2024
Legenda do post:
Mais uma turma do Minicurso História e Estórias do Blues, ontem foi na Livraria Patuscada na Vila Madalena. Pessoas muito atentas, interessadas pelo assunto e sempre trazendo novas informações e suas percepções, cada encontro é muito enriquecedor para nós e ficamos felizes em saber que esse gênero musical que já tem mais de 100 anos continua despertando interesse e paixão entre diferentes gerações. Novamente reforçamos nosso agradecimento aos presentes que tornaram o evento muito mais rico e plural e agradecemos também a equipe da @livrariapatuscada que abriu as portas e nos recebeu tão bem.
Siga nossa programação para participar de eventos como esse, as informações estão em nosso site: https://verasblues.com.br
Link para agenda e inscrições para outras datas também está em nossa BIO
#historiadoblues #bluesbrasil #bluesp #auladeblues #cursodeblues #verasblues
3 — Biblioteca Pública Municipal Anne Frank
20 de março de 2024
Legenda do post:
A cada apresentação do Minicurso Histórias e Estórias do Blues, os participantes trazem suas experiências espontaneamente, já que a atividade é conduzida numa mistura de palestra, contação de história, apresentação musical e bate papo bastante interativo. Isso faz com que o minicurso se retroalimente a partir de uma autêntica troca de conhecimentos e percepções a partir de um público muito diversificado. Isso também evidencia que a música de raiz de um povo/região/época, seja blues, samba, jazz, choro, música caipira, qualquer tipo de música autêntica - nascida entre o povo, antes de ser capturado e pasteurizado e depois descartado pela indústria cultural - atravessa gerações, fura bolhas, nichos, fronteiras e torna o apreciador também ele parte dessa história, somos afetados e também afetamos a verdadeira arte popular.
Elaboramos um roteiro para esse minicurso com os temas que queremos abordar mas a cada apresentação a ordem se inverte, avançamos alguns temas, passamos rapidamente por outros e já numa outra apresentação isso tudo se inverte, sempre respeitando o espírito do tempo daquele momento e das pessoas ali presentes, assim como no blues onde a mesma música nunca é executada da mesma forma, e muitas vezes nem no mesmo andamento.
4 — Sampa Vinho
24 de março de 2024
Legenda do post:
Essa foi uma versão especial do minicurso História e Estórias do Blues na Sampa Vinho. Tivemos a oportunidade de levar uma banda (sessão rítmica, baixo e bateria) para nos acompanhar. Fomos preparados para nos apresentar numa loja de vinhos e winebar e o que encontramos foi uma grande e bonita surpresa. Muito diferente de um clima de bar encontramos uma verdadeira confraria de pessoas cultas, sensíveis, animadas e muito atentas ao tema apresentado. O que acabou conduzindo naturalmente a um clima de festa com música e história, algo bem difícil de se ver por aí.
Vimos na prática que é possível falar de questões delicadas e densas como a escravidão, que faz parte da história do blues e ainda assim, através das emoções e da música celebrarmos a vida. Percebemos também como essas histórias e música atravessa diversas camadas sociais sem nenhuma necessidade de se fazer concessões mercadológicas. A música autêntica, seja ela qual for, apresentada com respeito à cultura que a criou pode entrar em qualquer casa e qualquer coração, independente da idade ou condição financeira do público. Ouvidos não tem portas e conhecimento não ocupa espaço.
Foi dia 24 de março na @sampavinho
5 — ONG Bloco do Beco (Jardim São Luís)
12 de abril de 2024
(Postado em 15 de abril de 2024)
Legenda do post:
Encerrando o primeiro ciclo de apresentações do Minicurso História e Estórias do Blues, estivemos na ONG Bloco do Beco (@_blocodobeco) na região do Jardim São Luís no dia 12/4. A sensação de estar em diferentes regiões da cidade, separadas muito mais que por uma ponte, nos deu também a sensação de uma maior conexão com a alma da cidade e seus diferentes aspectos. Se entendermos que o principal aspecto de uma cidade é o povo que a habita e não a estrutura física que a suporta, de qualquer ponto da cidade onde estivermos estaremos no centro dela.
A recepção foi maravilhosa e a cada pessoa que conhecíamos (e foram muitas) trazia consigo um mundo rico de histórias e realizações culturais, tudo de maneira informal e justamente por isso autêntica, uma verdadeira feira onde ao invés do consumo de um dos lados havia trocas de todos.
Muito agradecidos ao mestre Pitú Leal (@pitubatera), que mais que um amigo de longa data é um verdadeiro guia musical e de conduta cultural e social. Foi ele quem fez a conexão através do Jonny, que hoje atua no Bloco do Beco.
6 — Clube do Porão (Itaim Bibi)
16 de janeiro de 2025
Legenda do post:
Ontem, 16/jan/25, tivemos mais uma apresentação do curso História e Histórias do Blues. Dessa vez, inauguramos o Espaço Cultural Clube do Porão, no Itaim Bibi.
A participação dos convidados foi incrível! Com muita empolgação, interação e uma grande troca de conhecimentos, tivemos uma noite inesquecível. Agradecemos a presença de todos que estiveram conosco.
Teremos novas turmas em breve! Venha participar você também e mergulhar na história do Blues.
Abraços,
Tom e Fê Veras
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✅ Total registrado: 6 apresentações presenciais